Projeto de lei repassa prejuízo com ‘gatos’ para consumidor pagar

 Projeto de lei repassa prejuízo com ‘gatos’ para consumidor pagar

Brasileiros pagarão custos com gatos na energia

Brasileiros pagarão custos com gatos na energia

A conta de luz de todos os brasileiros pode sofrer uma alta de 5% em 2019, por conta do projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobas. Uma das emendas mostra que será elevada a conta de todos os consumidores do país dos custos das subsidiárias do Norte, por conta dos furtos de energias, conhecidos como “gatos“.

O texto ainda precisa ser aprovado pelo Senado e sansionado pelo presidente, mas segundo a Associação Brasileira de Grandes Consumidores (Abrace), os custos dos “gatos” e de outras emendas aprovadas na semana passada, podem aumentar a conta em 4% no ano que vem.

Vale a pena assumir esses custos para privatizar essas empresas? Vale, mas não a qualquer custo.” diz o presidente da Abrace, Edvaldo Alves de Santana

Esse projeto coloca o ressarcimento dos custos que que a Eletroacre (Acre) e a Ceron (Rondônia) tiveram com os furtos desde 2009. Como o edital de licitação não previa esse benefício, ficarão mais baratas as distribuidoras que vão ser leiloadas no dia 26 de julho, gerando um crédito de R$ 600 milhões para as empresas.

No caso da campeã de gastos do país, Amazonas Energia, o índice de furtos pode ser ajustado para baixo novamente. Logo isso será bancado pelos consumidores de todo país, mesmo o novo dono reduzindo o nível de roubo, poderá ficar com todo lucro até a primeira revisão de tafiras da empresa, que vai ocorrer após cinco anos depois do leilão.

A aprovação da lei que facilita a vendas das distribuidoras da Eletrobras, quebrou um acordo feito pelo presitende da Câmara e o presidente do Senado. Que deixaram prolongar uma medida provisória, onde tratava desse assunto, pois várias emendas foram incluídas desconfigurando o testo enviado pelo executivo. O projeto foi criado pelo governo sem as emendas, mas os parlamentares incluiram novamente.

Com informações da Veja

Deo Martins

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