TRE substitui dezessete urnas eletrônicas e registra prisões durante votação no pará

Foto: Irene Almeida
O processo de votação no estado do Pará foi marcado por movimentação intensa nos locais de sufrágio e ações de fiscalização conduzidas pelas autoridades competentes. Conforme balanço oficial divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará, dezenas de ocorrências foram atendidas para garantir a normalidade e a segurança do pleito em diferentes municípios paraenses.
As equipes técnicas do órgão eleitoral atuaram prontamente para solucionar falhas operacionais e impedir condutas irregulares dentro dos locais designados para a recepção dos eleitores. A atuação rápida evitou maiores transtornos à população que compareceu às urnas.
Substituição de equipamentos e capilaridade das ocorrências
O monitoramento técnico apontou a necessidade de troca de equipamentos em várias regiões do estado devido a problemas operacionais, a exemplo de travamentos mecânicos ou de software. No total, dezessete urnas precisaram ser substituídas por unidades de contingência para assegurar a continuidade dos trabalhos de votação sem prejuízos aos cidadãos.
A capital do estado concentrou o maior volume de trocas, registrando oito ocorrências pontuais. O município de Ananindeua contabilizou dois casos semelhantes. A logística de substituição também alcançou localidades do interior como Marabá, Óbidos, Porto de Moz, Paragominas, Concórdia do Pará, Juruti e Goianésia do Pará.![]()
Irregularidades e segurança nas cabines de votação
Além das questões técnicas com os equipamentos eletrônicos, o sistema da Corregedoria Regional Eleitoral processou registros relativos a infrações à legislação durante o processo de escolha dos representantes. A presença das forças de segurança foi acionada para conter situações de desrespeito às normas vigentes na zona eleitoral.
Em Paragominas, um eleitor acabou preso em flagrante após utilizar aparelho celular no interior da cabine de votação, conduta expressamente proibida pelas leis eleitorais para preservar o sigilo do voto. Outro episódio de uso de dispositivo móvel ocorreu em Medicilândia, mas sem desdobramento em prisão por ausência de situação flagrancial no momento da abordagem.
A fiscalização também lidou com episódios de conduta inadequada em decorrência do consumo de substâncias. Em Barcarena, um eleitor apresentou sinais visíveis de embriaguez ao ingressar no espaço de votação e precisou ser retirado por equipes de segurança, com o registro formal da ocorrência policial sem necessidade de detenção.
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