PF faz operação e retira invasores de terra indígena no Pará

 PF faz operação e retira invasores de terra indígena no Pará

Já na segunda fase da operação, iniciada no dia 8 de agosto, a PF e a Adepará passaram a localizar e retirar bois e vacas da Terra Indígena. Esta etapa deve demorar dias, segundo a Polícia Federal, uma vez que os animais estão espalhados pelo terreno.Após o encerramento da operação, a PF deve destruir novamente as pontes e rotas de acesso ao território. A ação conjunta de desintrusão da porção sul do território indígena contou com o apoio do IBAMA, FUNAI, Força Nacional, ICMBio e Adepará.NOVA INVASÃOOutra operação semelhante já havia sido realizada em novembro de 2021, ocasião em que todos os acessos à Terra Indígena Trincheira Bacajá foram destruídos.No entanto, em poucos meses, os invasores reconstruíram as pontes e reocuparam as áreas, provocando desmatamentos e formando pastos para criação de gado.Por conta disso, segundo a PF, desta vez, a Força Nacional permanecerá ocupando e fiscalizando os ramais de acesso, a fim de evitar novas invasões e o retorno dos ocupantes ilegais.

O combate à ocupação e exploração ilegal dentro de terras indígenas tem se intensificado nos últimos meses após diversas denúncias da presença de invasores nestas áreas, protegidas por lei, que buscam os territórios para a prática do garimpo, criação de gado, cultivo, extração de madeira, entre outras atividades.

A Polícia Federal montou uma operação no dia 24 de julho, para executar a retirada de madeireiros, pecuaristas e grileiros que ocupavam a Terra Indígena Trincheira Bacajá, localizada no município de São Félix do Xingu, no sudoeste do Pará.

Na primeira fase da operação, de acordo com a PF, os acessos à Terra Indígena foram fechados e os ocupantes que insistiam em permanecer no local foram identificados e retirados. Tudo o que foi deixado para trás, como móveis e construções, foram destruídos ou desmobilizados.

Já na segunda fase da operação, iniciada no dia 8 de agosto, a PF e a Adepará passaram a localizar e retirar bois e vacas da Terra Indígena. Esta etapa deve demorar dias, segundo a Polícia Federal, uma vez que os animais estão espalhados pelo terreno.

Após o encerramento da operação, a PF deve destruir novamente as pontes e rotas de acesso ao território. A ação conjunta de desintrusão da porção sul do território indígena contou com o apoio do IBAMA, FUNAI, Força Nacional, ICMBio e Adepará.

NOVA INVASÃO

Outra operação semelhante já havia sido realizada em novembro de 2021, ocasião em que todos os acessos à Terra Indígena Trincheira Bacajá foram destruídos.

No entanto, em poucos meses, os invasores reconstruíram as pontes e reocuparam as áreas, provocando desmatamentos e formando pastos para criação de gado.

Por conta disso, segundo a PF, desta vez, a Força Nacional permanecerá ocupando e fiscalizando os ramais de acesso, a fim de evitar novas invasões e o retorno dos ocupantes ilegais.

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Deo Martins