Custos com inteligência artificial disparam e preocupam Wall Street

Nathan Laine / Bloomberg
Ninguém quer dar um cheque em branco para uma equipe de tecnologia, mas foi exatamente isso que aconteceu para muitos diretores financeiros durante a corrida inicial pela adoção da inteligência artificial. Depois de sucessivas faturas inesperadas, encontrar formas de controlar os custos operacionais tornou-se uma prioridade urgente nas grandes instituições financeiras de Wall Street.
A questão ganhou força especial nos bancos, onde os orçamentos de tecnologia enfrentam pressões simultâneas que vão desde a modernização de sistemas legados até exigências rigorosas de cibersegurança. Embora grande parte das expectativas de produtividade esteja depositada na chamada IA agêntica, capaz de executar tarefas complexas de forma autônoma, o problema central reside na imprevisibilidade financeira de seu uso.

