Câmara declara Instituto Flor do Sertão como de utilidade pública

Segundo a justificativa apresentada no projeto, o Instituto Arte e Cultura Flor do Sertão tem origem no tradicional Grupo Junino Flor do Sertão, fundado em 4 de abril de 2004 por Carlos Magno, conhecido como Bhyl. Ao longo de mais de duas décadas de atuação, a organização passou a desenvolver ações voltadas à valorização da cultura popular, especialmente das manifestações juninas.
O documento destaca ainda que o trabalho da entidade envolve adultos, jovens e adolescentes em atividades culturais, artísticas e coletivas. A justificativa aponta que essas ações contribuem para a formação cidadã, o fortalecimento dos vínculos comunitários e a inclusão social.
Além das atividades realizadas em Parauapebas, o instituto também representa o município em eventos e festivais realizados em outras localidades. Entre as participações citadas estão a Carroçada 2020, o Dia Internacional da Dança, uma apresentação em Jacundá e o Jeca Tatu 2024.
O projeto também registra resultados obtidos pela agremiação em competições juninas. Em 2023, a junina Flor do Sertão conquistou o 4º lugar no Festival Jeca Tatu. No ano seguinte, foi campeã em oito arraiais de rua e alcançou o 3º lugar no intermunicipal realizado em Jacundá, com o tema “Flor do Sertão irá viajar por um país chamado Pará”.
Atualmente, conforme a justificativa da matéria, o grupo conta com um elenco de 30 pares e trabalha para ampliar sua participação e alcançar uma posição entre as três melhores juninas de Parauapebas.
