Vestido de noiva centenário atravessa três séculos e é usado por 11 mulheres

Reprodução
Um vestido de noiva confeccionado em 1895 atravessou três séculos, sendo usado por 11 mulheres da mesma família até hoje. O que começou como algo descompromissado na Pensilvânia, nos Estados Unidos, virou uma tradição que já ultrapassa 130 anos, unindo gerações através da moda e de memórias afetivas preservadas no altar.
A origem da tradição familiar
A pioneira foi Mary Lowry Warren, que subiu ao altar com o modelito em 1895 na Pensilvânia, nos Estados Unidos. A filha dela, Mary, recusou-se a usá-lo e preferiu um vestido estilo flapper dos anos 1920. Mas a neta, Jane Woodruff, adorou a ideia de se casar com o vestido da avó e o colocou, em 1946, dando início oficial à longa linhagem de noivas que adotariam a peça.
O desafio da restauração
A atual noiva, Abigail Kingston, tomou um susto ao encontrá-lo com as mangas caindo, repleto de buracos e o cetim branco completamente amarelado e escurecido pelo tempo. Deborah LoPresti, estilista de noivas, dedicou mais de 200 horas a restaurar o vestido para que ele pudesse ser utilizado novamente sem rasgar durante a cerimônia.
Emoção e significado no altar
Abigail colocou o vestido de noiva da tataravó na hora do coquetel, por ser extremamente frágil, mas subiu ao altar usando o anel da bisavó e o medalhão da avó. No local do casamento, fotografias de todas as mulheres que usaram a relíquia foram espalhadas para celebrar a história.
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