Um colapso anunciado: essa é a situação das principais unidades municipais públicas de saúde de Belém, neste domingo (26), em meio a um dos momento mais críticos da pandemia do covid-19. Os dois pronto socorros da cidade, o da 14 de Março e o do Guamá estão de portas fechadas e diversas outras unidades estão sem atendimento. Falta de médico e de leito são as causas alegadas.
A situação de calamidade na saúde pública foi flagrada pelo repórter do DIÁRIO DO PARÁ, Wesley Costa, que acompanha, desde o início da tarde de hoje, o drama de muitas famílias que buscam atendimento nas unidades de saúde pública municipais.
Na apuração, foi constatado que as duas principais unidades de saúde municipais de Belém, o Pronto Socorro Mário Pinot, da 14 de Março, e o Hospital de Pronto Socorro Humberto Maradei, do Guamá, estão de portas fechadas.

Em frente ao PSM do Guamá, há um aviso desesperador: “Sem médicos, sem atendimento”.
Além dos Pronto Socorros, o repórter apurou que não havia atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento da Sacramenta e da Terra Firme, em Belém.
Os únicos postos com atendimento, na tarde de hoje, eram a UPA de Icoaraci, em Belém, e a UPA da Cidade Nova, em Ananindeua.
O filho de uma paciente do PSM da 14 de Março relata a situação de caos dentro da unidade: “profissionais de saúde trabalhando com medo e com apenas 20% do quantitativo de servidores, aproximadamente, além da falta de acessórios básicos, a exemplo de luvas.”
A equipe do repórter Wesley Costa continua a peregrinação por diversos pontos de atendimento na capital paraense. A matéria completa você acompanha nesta segunda-feira (27), no Diário do Pará.
Reportagem: DOL com informações de Wesley Costa/Diário do Pará