Acusado não deixava a vítima ficar com as filhas e ainda usava nome falso -foto: Via/WhatsApp

Madalena da Silva Santos, de 28 anos, foi encontrada morta, no dia 6 de julho deste ano, no interior da casa que morava, no bairro da Cohab, em Castanhal, nordeste paraense.
Quando foi encontrado, o corpo da vítima estava dentro de uma caixa de isopor, em avançado estado de decomposição, dentro do banheiro da casa.
José Aparecido Avelino, com quem a vítima manteve uma união estável por cerca de três anos, é apontado como autor do crime.
De acordo com a Polícia Civil, Avelino matou a mulher e depois fugiu com as duas filhas. Instaurado pela delegada Lidiane Pinheiro, titular da Delegacia da Mulher de Castanhal, o inquérito foi iniciado em 9 de julho e concluído no dia 24 do mesmo mês com o indiciamento de José Aparecido.
O laudo da perícia de necropsia do corpo de Madalena, realizado no Instituto Médico Legal (IML), em Castanhal, apontou que ela foi morta por asfixia mecânica (estrangulamento). Avelino está com mandado de prisão decretado pela Justiça de Castanhal, porém permanece na condição de foragido.
Após o assassinato, ele teria fugido do Estado do Pará com as duas filhas do casal, que são menores de idade.
Testemunhas ouvidas durante o inquérito afirmaram que José Aparecido não deixava Madalena ficar com as crianças durante o período de separação. Além disso, o acusado usava um nome falso para ocultar o verdadeiro nome, conta a delegada Lidiane. “Ele era conhecido como Lucas onde morava“, detalhou a policial civil.
Quem souber de informações que ajudem a localizar José Aparecido Avelino deve telefonar para 181, o Disque Denúncia. A ligação é anônima e totalmente sigilosa.
Reportagem: Diario Online

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