Criança teve três dedos mutilados e precisou passar por cirurgia de reconstrução. | Divulgação

Uma criança de apenas dois anos teve a mão dilacerada após sofrer um acidente em uma das escadas rolantes de um shopping em Manaus. As informações são do portal Em Tempo.
O alerta foi feito pela própria mãe da criança nas redes sociais no final do mês de junho. Segundo ela, o filho estava próximo dos avós, quando prendeu os dedos da mão ao descer a escada.
“Minha mãe caiu na escada em movimento, bateu o braço na hora da tentativa de salvar a mão do meu filho de ser totalmente esmagada, meu padrasto correu para buscar o botão de emergência na tentativa de parar a escada rolante, porém não havia no local nenhum botão sinalizado”, disse a mãe na postagem.
A mãe disse ainda, que não foi prestado o devido atendimento ao filho, já que no shopping não “tinha nenhum suporte para emergência e pediu para esperarmos”.
A criança teve a mão parcialmente esmagada, com três dedos quebrados. O menino precisou passar por uma cirurgia de reconstrução, segundo a mãe.
Casos anteriores
Essa foi a terceira ocorrência envolvendo acidentes com criança dentro desse shopping. O primeiro caso foi registrado em 2014, quando uma criança de cinco anos de idade caiu do terceiro andar ao se desequilibrar de uma escada rolante do local. No mesmo ano, em setembro, um outro menino de um ano e dez meses teve a mão presa ao descer a escada rolante do centro de compras e precisou passar por cirurgia.
Posicionamento
Em nota, o Shopping Ponta Negra lamentou o ocorrido e afirmou que, após vistoria, não houve nenhum tipo de falha em seus equipamentos. O shopping esclareceu ainda que em todas as escadas rolantes há botões de emergência na entrada e na saída, além de sinalização clara informando que crianças devem estar seguras pelo responsável e que não é permitido sentar em seus degraus.
O shopping também disse que mantém ambulatório que segue as determinações legais. As imagens do circuito interno de segurança mostram que a criança e a família foram levadas para o ambulatório 1 minuto depois de terem procurado ajuda. Em 1’42” foram atendidos pela profissional de saúde responsável pelo ambulatório naquele momento.
Foi oferecido transporte da criança em ambulância para um hospital que teria as condições ideais para atendê-la, o que não foi aceito pela família. A cancela do estacionamento foi liberada sem cobrança depois de 37 segundos em que o carro se aproximou da saída, conforme mostram as imagens da câmera de segurança.
Fonte: DOL

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