Polícia Civil faz buscas nas casas de Nego do Borel em SP e no RJ

 Polícia Civil faz buscas nas casas de Nego do Borel em SP e no RJ

foto: Divulgação/Polícia Civil/Reprodução

A Polícia Civil de São Paulo, com o apoio de agentes cariocas, cumpre na manhã desta quinta-feira (28/01) dois mandados de busca e apreensão contra o cantor Nego do Borel. As buscas são relacionadas ao boletim de ocorrência que Duda Reis, ex do cantor, registrou na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), em SP.
Um dos mandados foi cumprido na casa do cantor no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Lá, policiais encontraram e retiveram o passaporte do artista. O outro foi em um endereço em São Paulo, onde o cantor estava. Agentes apreenderam telefones e um computador.
A atriz, que namorou o cantor por cerca de três anos, denunciou Nego por estupro, agressão e transmissão de uma doença sexualmente transmissível.
Ele ainda não se manifestou sobre a operação desta quinta-feira.
Entenda
Desde quando assumiram o namoro publicamente, em 2019, o relacionamento entre Duda Reis e Nego do Borel foi marcado por polêmicas. Em dezembro do mesmo ano, eles terminaram, mas reataram em abril de 2020 e ficaram noivos.
Os pais da atriz não apoiavam a união dos dois e chegaram a falar que o cantor agredia Duda, mas na época ela negou as acusações.
Em dezembro de 2020, os dois confirmaram o fim do noivado e disseram que manteriam uma amizade.
Duda se mudou para São Paulo e disse que foi devido a novas oportunidades profissionais.
Porém, em 12 de janeiro, um áudio da youtuber Lisa Barcelos foi exposto nas redes sociais em que ela relata um caso que teve com Nego do Borel enquanto ele ainda estava noivo de Duda.
Depois disso, Duda resolveu expor o que realmente aconteceu em seu relacionamento com o cantor. Ela disse que foi agredida tanto verbalmente como fisicamente, que recebia ameaças de morte e que era vigiada pelo cantor.
Nego do Borel negou todas as acusações da ex-noiva e chegou a registrar um boletim de ocorrência por injúria, calúnia e difamação.
Fonte: Estado de Minas

Deo Martins