Deflagrada pelo governo federal desde o último dia 11 a Operação Verde Brasil 2 segue a todo vapor em na Amazônia Legal, com 3,8 mil militares, além de mais de 140 meios de transporte, entre embarcações, viaturas e aeronaves das três Forças Armadas. O orçamento inicial é de R$ 60 milhões e seu objetivo é promover ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais direcionadas ao desmatamento ilegal e focos de incêndio na Amazônia Legal.
Sediada em Marabá, a 23ª Brigada de Infantaria de Selva, como Força de Emprego Estratégico do Exército Brasileiro, subordinada ao Comando Conjunto Norte, atua na Garantia da Lei e da Ordem e em ações subsidiárias em coordenação com diversos órgãos e agências governamentais em toda sua área de responsabilidade, em cerca de 145 municípios.
A 23ª Brigada tem sob sua responsabilidade cerca de 11% do território nacional que se estende da região do bico do papagaio no Estado do Tocantins, passando pelo o Estado do Maranhão e do Pará, abrangendo um total de 145 municípios.Nessas áreas há terras indígenas e de preservação ambiental que podem ser, eventualmente, áreas onde existem atividades ilegais em regiões de matas mais fechadas que possuem difícil acesso.
A missão desempenhada pelas Forças Armadas é desenvolvida sob coordenação da Vice-Presidência da República, por meio do Conselho Nacional da Amazônia Legal e em apoio aos órgãos de controle ambiental e de segurança pública. Em release, a Seção de Comunicação da 23ª Brigada diz que, com a ação, o Ministério da Defesa do Brasil contribui ainda mais para a proteção e a preservação dessa região brasileira que engloba a maior floresta tropical do mundo.
Chagas Filho, com informações da 23ª Brigada – Correio de Carajás – Fotos: Sd. A. Soares/ Força Aérea Brasileiras