Na tarde desta quarta-feira (11), uma denúncia anônima de um suposto crime eleitoral, levou a Polícia Federal a realizar a Operação Boitatá II, na sede do (PP) – Partido Progressistas, em Parauapebas, localizada em um edifício comercial na Avenida Liberdade, no Bairro da Paz.
Com a chegada dos agentes da Polícia Federal, a notícia espalhou pelos quatro cantos da cidade, levando uma multidão ao local da operação. Pessoas filmando e tirando fotos e espalhando boatos em redes sociais, noticiando até a prisão do atual prefeito e o secretário de finanças.
O presidente do Partido Progressista, Keniston Braga, gravou um vídeo ao final da operação para informar que não foi preso, e tranquilizar as pessoas do partido, familiares e amigos, e divulgou em grupos de Whatsapp. “Essa operação trata-se de um processo considerado normal. A Polícia Federal recebeu uma denúncia e foi à sede do partido para fazer uma busca. A denúncia dizia que lá existiam valores, somas que supostamente estaríamos usando para a compra de votos. A polícia fez o seu papel, muito nos honra que a PF esteja atenta a tudo isso, nós demos todo o suporte para que eles desenvolvessem os trabalhos, finalizou a busca e vamos esperar os desdobramentos disso, porque não foi encontrado essa tal soma vultosa dita na denúncia e mais uma vez, eu classifico isso como tentativa de desviar o foco dos acontecimentos nesta reta final das eleições”.
Foi apreendida a quantia de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais), que estam aem posse de uma pessoa que presta serviços ao partido, e não R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) como havia sido divulgado em grupos de whatsApp, documentos, planilhas e aparelhos eletrônicos. Não houve nenhuma prisão, disse o advogado, Wellington Valente.