Os acusados são Nilo Dias Pereira, Radilson Soares de Souza Filho, Jose Márcio Viana, Salomão Moreira Barbosa, João Batista Rodrigues Sampaio e Alexandro Souza Costa. A prisão dos acusados foi feita pelos militares lotados no Posto Policial Destacado (PPD) de Morada Nova

Segundo o relato do sargento Gladison, comandante do PPD, por volta das 19h30 a guarnição recebeu informe de que três caminhões estariam passando em Morada Nova pela Rodovia BR-222 transportando trilhos furtados na margem da ferrovia dentro da área indígena Mãe Maria.

Ainda de acordo com os policiais, foi montada uma barreira e feita a abordagem nos veículos, sendo constatada a veracidade da denúncia. Os três caminhões com aproximadamente 132 toneladas de barras de trilho. Os PMs cobraram a nota fiscal do metal ou outro documento que comprovasse alguma espécie de origem legal para o material transportado, mas não havia nada disso.

Na ocasião foram flagrados Nilo Pereira, Radilson Filho, José Viana e Salomão Barbosa. Depois disso, os outros dois acusados, João Sampaio e Alexandro Costa compareceram espontaneamente à 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foram autuados em flagrante pelo delegado plantonista Timóteo Oliveira Soares.

No momento em que os acusados eram embarcados na viatura policial com destino à audiência de custódia e, posteriormente, aos cuidados do sistema penal, devido ao tumulto não foi possível colher a versão de nenhum deles.

Familiares também acompanharam a transferência do sexteto; alguns chegaram a se emocionar por ver seus parentes algemados e colocados dentro de um camburão da polícia.

Na sede da delegacia de polícia, um representante designado pela Mineradora Vale, Hércules Ferreira Brito, atestou – para fins legais – que os trilhos furtados pertencem de fato à empresa. Chagas Filho, com informações de Evangelista Rocha – Correio de Carajás

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