Apesar do laudo do IML não comprovar a violência física, a criança denunciou atos libidinosos do avô Foto: Reprodução

O laudo apresentado pelo Instituto Médico Legal (IML) apontou que não houve consumação de abuso sexual que teria sido descoberto após a mãe de uma menina encontrar um preservativo dentro do ânus da criança. As informações são do portal A Crítica, de Manaus.
O avô da menina, um idoso de 63 anos, chegou a ser acusado de estuprar a própria neta de seis anos, na noite do último domingo (24), na Zona Sul da capital do Amazonas. No entanto, a delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) afirmou que não houve consumação do crime.
Relatório do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) apontou que o avô foi detido na noite de ontem (25), por policiais da 3ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).
A delegada explicou que a mãe, “quando chegou em casa, teria encontrado uma camisinha na calcinha da criança e não no ânus”, como havia sido divulgado inicialmente.
Ainda de acordo com a delegada, “o laudo do IML não comprova violência física, não comprovou lesão no ânus”, porém, a criança “alegou atos libidinosos, que o avô ficava tocando libidinosamente no corpo dela e que essa não era a primeira vez”, informou a delegada.
Com informações do portal A Crítica